Saiu ontem, dia 15/02/2011, uma crítica ao “Guia Politicamente Incorreto Da história do Brasil” do jornalista Leandro Narloch, feito por Sylvia Colombo em sua coluna no Folha.com. O texto me chamou a atenção porque, embora reconheça a importância dos trabalhos conhecidos como de “divulgação científica”, a colunista que é editora do Folhateen e também repórter e formada em História reclama a falta de critérios na abordagem de determinados temas. Eu não li o livro inteiro, muito menos o trabalho do Laurentino Gomes (“1808” e “1822”) citado como um “ótimo exemplo de trabalhos de divulgação científica”. O que li foram trechos e partes disponíveis na internet que não me convenceram em nada.
Autor: oliveirahcp@gmail.com
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Árvores ameaçadas de corte no Parque Municipal
Recebi nesta manhã um e-mail convocando uma manifestação em defesa das árvores ameaçadas de corte no Parque Municipal, em Belo horizonte. O texto trouxe algumas questões interessantes sobre a decisão de cortar 36% das árvores do Parque Municipal.
A arborização da cidade é um assunto constante nos relatórios de prefeito e jornais impressos durante as primeiras décadas de existência da capital de Minas Gerais. Em 1902, por exemplo, o poder publico dizia que havia arborizado o máximo de ruas, avenidas e praças e que uma cidade moderna como a nova capital não poderia nunca deixar de plantar árvores e cuidar dos seus jardins.
Leia parte do e-mail que recebi e a convocatória para manifestação com links e referências para maiores informações:
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Coleção Revista Belo Horizonte está disponível online
Hoje tive a boa surpresa de encontrar a Coleção Revista Belo Horizonte digitalizada pelo Arquivo Público da Cidade e disponível para consultas on-line.
Os exemplares pertencentes ao APCBH são referentes ao período de setembro de 1933 a dezembro de 1947. A revista Belo Horizonte era publicada na própria capital, semanalmente, com conteúdo literário e noticioso. (mais…)
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Por espaços mais públicos
O artigo “Por espaços mais públicos” é uma breve reflexão sobre as praças públicas em Belo Horizonte, tentando lançar questões sobre o sentido público dos espaços da cidade, que se transformam com o seu valor simbólico e possibilidades de sociabilidade. Foi escrito em novembro de 2010, após um dia de caminhada pelo centro de Belo Horizonte e foi publicado no portal Vitruvius. (mais…)
