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  • Dez dicas para melhorar os espaços públicos das cidades

    (Texto publicado em 18 de fevereiro de 2013 no Medium)

    Em 2013 o ArchDaily Brasil traduziu e publicou “10 Ways to Improve Your City through Public Space” elaborado pelo Project For Public Spaces (PPS). Os pontos são bem interessantes e instigadores para pensarmos a realidade dos espaços públicos no Brasil. Eu resumi o material para compartilhar aqui, então se você gostar visite os links no final e confira as fontes original em inglês e português e o material em pdf publicado pelo PPS.

    Dez dicas para melhorar os espaços públicos das cidades

    Fonte: ArchDaily Brasil

    Cada dia os cidadãos de diferentes partes do mundo manifestam suas preocupações pelo futuro de suas cidades. Os espaços públicos, como ruas, parques e praças tornaram-se essenciais para que uma cidade seja bem sucedida, já que neles são geradas diversas possibilidades de desenvolvimento econômico e social e, cada vez são mais valorizados pelos cidadãos.Entretanto, a construção e manutenção dos espaços públicos por parte dos governos locais ainda não é um tema que se aborda de forma correta em muitas cidades, nas quais não existem numerosos espaços públicos bem projetados e com participação cidadã durante o processo de desenho.

    Tomando estas deficiências como desafios, a organização Project for Public Spaces (PPS) lançou há algumas semanas o “Placemaking and the Future of Cities”, o rascunho de uma próxima publicação. Através de dez conselhos muito úteis, busca melhorar certos aspectos econômicos, sociais e ambientais das cidades mediante uma reabilitação dos espaços públicos já existentes. Neste sentido, a publicação servirá como um guia para os governos locais que decidam buscar o êxito urbano através de um enriquecimento dos espaços públicos.

    A seguir podemos conhecer as 10 dicas de PPS para melhorar os espaços públicos das cidades:

    1. Converter as ruas em calçadões.

    2. Criar parques e praças públicas como destinos com múltiplas funções.

    3. Construir economias locais através de mercados urbanos.

    4. Projetar edifícios que sirvam como redes de conexões entre distintos bairros.

    5. Vincular a agenda de saúde pública com os programas de espaços públicos.

    6. Reinventar as organizações comunitárias.

    7. O poder dos “10”.

    8. Criar um programa integral para espaços públicos.

    9. “Mais leve, mais barato, mais rápido”. Começar pequeno e experimentar.

    10. Reestruturar o governo para ajudar os espaços públicos.

    Se você quiser obter o rascunho completo de Placemaking and the Future of Cities”, acesse este link (http://www.pps.org/wp-content/uploads/2012/09/PPS-Placemaking-and-the-Future-of-Cities.pdf).

    Original em português:

    http://www.archdaily.com.br/79108/dez-dicas-para-melhorar-os-espacos-publicos-das-cidades/

    Original em Inglês:

    http://urbantimes.co/2012/09/10-ways-to-improve-your-city-through-public-space/

  • Chamada para artigos: Revista Espacialidades (UFRN)

    A revista eletrônica Espacialidades publicada pelos discentes do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte está recebendo artigos para a divulgação de seu próximo dossiê: Mundo Urbano.

    Para maiores informações sobre a revista Espacialidades e suas normas editoriais verifique o site http://www.cchla.ufrn.br/ppgh/espacialidades

    O prazo-limite para envio dos textos é 30 de junho de 2011. A Revista continuará a receber artigos e resenhas, em fluxo contínuo, para os próximos números.

    Os textos devem ser enviados para o e-mail:espacialidades@gmail.com.

  • Transporte público e gestão do trânsito

    Escrito por Daniel Florêncio (cineasta, jornalista e diretor do Ah! Cidade), o texto abaixo é uma ótima reflexão crítica sobre o transporte público em Belo Horizonte. Não resisti a tentação de compartilhar com os leitores do meu blog. Recomendo a leitura para todos, independente de onde resida. (mais…)

  • Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital de Minas Gerais

    A Comissão Construtora da Nova Capital era chefiada pelo engenheiro Aarão Reis e compunha-se de uma equipe de engenheiros, arquitetos e urbanistas, cujos trabalhos estenderam-se entre os anos de 1894 e 1897, data da inauguração da cidade.

    Seu acervo é bem conhecido por historiadores que pesquisam temas referentes ao desenvolvimento da cidade nos termos urbanístico, político, social e cultural. Muitos trabalhos interessantes foram produzidos com as fontes que o acervo oferece. (mais…)

  • Contribuições à Crítica em Arquitetura e Urbanismo na América Latina: reflexões sobre os 25 anos de SAL e projetos para o século XXI

    A realização do Seminário de Arquitetura Latino-americana (SAL) iniciou-se em 1985 com o Encontro de Arquitetos Latino-americanos, no marco da I Bienal de Arquitetura de Buenos Aires, apoiado pelo Centro de Arte y Comunicación e a revista de arquitetura Summa. A partir de então tem sido organizado, por universidades latino-americanas: em Buenos Aires, Argentina (1986); Manizales , Colômbia, (1987); Tlaxcala, México ( 1989); Santiago , Chile ( 1991); Caracas, Venezuela ( 1993); São Paulo e São Carlos , Brasil ( 1995); Lima , Peru ( 1999); San Juan , Porto Rico ( 2001); Montevidéu , Uruguai ( 2003); Oaxtepec , México (2005), Concepción , Chile ( 2007) e cidade do Panamá , Panamá ( 2009). (mais…)

  • The social life of small urban spaces

    The social life of small urban spaces publicado em 1980 por Willian H. Whyte (urbanista, jornalista e observador do comportamento de pessoas nos espaços públicos, falecido em 1999) é um trabalho muito interessante sobre os espaços públicos urbanos, sobre como funcionam ou não como lugares de sociabilidade, e como refletem a vida das pessoas. Foi parte de um projeto iniciado em 1971, chamado Street Life Project, que inicialmente abordava o lazer nos parques e playgrounds de Nova York.

    Ao trabalhar com a comissão de planejamento urbano da cidade de Nova York, em 1969, Willian H. Whyte começou a pensar como os espaços planejados das cidades não funcionavam. Ele observou que o fato das crianças brincarem mais nas ruas do que nos parques e playgrounds era uma pista para entender a relação das pessoas com os espaços. Isto o levou a pesquisar nas ruas observando o comportamento de pedestres e da dinâmica da cidade. Whyte considerou, sem equívocos, que a vida social nos espaços públicos contribui fundamentalmente para a qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade e tentou levar suas reflexões para os profissionais que trabalham no planejamento da cidade e de seus espaços.

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