O dono do Iate. (via arruma esta bagunça! astrogildo!)

Acabei de ler e repasso por aqui. Ótima reflexão sobre a gestão “obreira” de Marcio Lacerda em Belo Horizonte (ou Bellory Hills).

O dono do Iate. Marcio Lacerda é um incompreendido. Eu, pelo menos, sempre tive alguma dificuldade para compreender de onde ele tirava estas medidas esquisitas, arbitrárias, uma coisa meio Jânio Quadros de ser. Mas acho que agora eu entendi tudo. Ou pelo menos alguma coisa, ou pelo menos uma parte da coisa. A coisa me surgiu como um estalo quan … Read More

via arruma esta bagunça! astrogildo!

Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital de Minas Gerais

A Comissão Construtora da Nova Capital era chefiada pelo engenheiro Aarão Reis e compunha-se de uma equipe de engenheiros, arquitetos e urbanistas, cujos trabalhos estenderam-se entre os anos de 1894 e 1897, data da inauguração da cidade.

Seu acervo é bem conhecido por historiadores que pesquisam temas referentes ao desenvolvimento da cidade nos termos urbanístico, político, social e cultural. Muitos trabalhos interessantes foram produzidos com as fontes que o acervo oferece. Continue lendo “Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital de Minas Gerais”

The social life of small urban spaces

The social life of small urban spaces publicado em 1980 por Willian H. Whyte (urbanista, jornalista e observador do comportamento de pessoas nos espaços públicos, falecido em 1999) é um trabalho muito interessante sobre os espaços públicos urbanos, sobre como funcionam ou não como lugares de sociabilidade, e como refletem a vida das pessoas. Foi parte de um projeto iniciado em 1971, chamado Street Life Project, que inicialmente abordava o lazer nos parques e playgrounds de Nova York.

Ao trabalhar com a comissão de planejamento urbano da cidade de Nova York, em 1969, Willian H. Whyte começou a pensar como os espaços planejados das cidades não funcionavam. Ele observou que o fato das crianças brincarem mais nas ruas do que nos parques e playgrounds era uma pista para entender a relação das pessoas com os espaços. Isto o levou a pesquisar nas ruas observando o comportamento de pedestres e da dinâmica da cidade. Whyte considerou, sem equívocos, que a vida social nos espaços públicos contribui fundamentalmente para a qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade e tentou levar suas reflexões para os profissionais que trabalham no planejamento da cidade e de seus espaços.

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A praça no centro do debate: desenho social, político e cultural dos espaços públicos.

ALEX, Sun. Projeto da Praça: Convívio e exclusão no espaço público. São Paulo: Editora SENAC, 2008, 291p.

Praças, parques e jardins no contexto dos centros urbanos remetem diretamente às questões do espaço público e da vida pública, que por sua vez, nos dizem sobre acessibilidade e apropriação desses espaços que são concretos e referem-se à política e a cultura. A praça no Brasil caracteriza-se como espaço público, coletivo e multifuncional.

Em Projeto da Praça: convívio e exclusão no espaço público (2008), Sun Alex, doutor em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) faz uma análise de seis praças localizadas na cidade de São Paulo, relacionando a influência do paisagismo norte-americano no desenho dos espaços públicos brasileiros. Propõe, com lucidez, alternativas para ampliação de uso, acesso e integração com o entorno.

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