Em 2009 o Núcleo de Estudos Sobre Cidades e Culturas Urbanas (Neccurb) do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra listou 100 obras com a cidade no título. Constam na lista títulos acadêmicos e literários. Vale a pena conferir!
Não é nenhuma novidade que o trânsito nos grandes centros está ruim e não flui como desejado. Pedestres como eu, que valorizam uma boa caminhada pela cidade, tem sido compactados na beira das vias públicas. Ciclistas não são respeitados, e constantemente são vistos como obstáculos a serem superados por automóveis. Quem depende do transporte público, chega a passar um quinto do dia dentro de ônibus no trajeto casa-trabalho e trabalho-casa. Motoristas se irritam com a fragilidade de seus automóveis quando percebem que estão presos em engarrafamentos. Quem enfrenta o trânsito entre 6h e 8h ou entre 17h e 19h nos grandes centros sabe do que estou falando. No fim, tudo fica ruim para todos que se locomovem pelos espaços da cidade. Mas qual o problema? A quantidade de pessoas, de automóveis ou a cidade?
Duas imagens sobre Belo Horizonte
Transportes em Belo Horizonte nos anos de 1920.Trânsito nos dias de hoje
Em Tempo de Histórias – Publicação do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Brasília PPG-HIS, nº. 17, Brasília, ago/dez. 2010. ISSN 1517-1108
Compartilho com vocês a publicação da transcrição de um documento histórico que fiz para revista do corpo discente do programa de pós-graduação da UNB.
Trata-se de uma pequena transcrição e análise de uma mensagem enviada por um imigrante italiano ao engenheiro-chefe da Comissão Construtora da Nova Capital sobre arbitrariedades nas desapropriações do Curral Del Rei, local escolhido para construir Belo Horizonte.
O conselho editorial da revista já está aceitando artigos para copor o dossiê história e linguagens, assim como outros artigos, entrevistas e resenhas para a próxima edição conforme as normas descritas no link a seguir http://bit.ly/dN8SPH