Dez dicas para melhorar os espaços públicos das cidades

O ArchDaily Brasil traduziu “10 Ways to Improve Your City through Public Space” elaborado pelo Project For Public Spaces (PPS). Os pontos são bem interessantes e instigadores para pensarmos a realidade dos espaços públicos no Brasil. Eu resumi ainda mais o material, então se você gostar, visite os links no final e confira as fontes original em inglês e português e o material em pdf publicado pelo PPS.

Dez dicas para melhorar os espaços públicos das cidades

Fonte: ArchDaily Brasil

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Praças do PAC e o modelo de desenvolvimento dos espaços públicos no Brasil

Programa atende prefeituras e DF e prevê 800 praças para os próximos quatro anos

Recebi outro dia a notícia de que o governo federal abriu a seleção de projetos para praças de esporte e cultura. O programa, chamado inicialmente de “Praças do PAC”, vai integrar, no mesmo espaço físico, ações das áreas de cultura, esportes, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e inclusão digital. O projeto visa atender 361 prefeituras e o Distrito Federal, que terão 120 dias para apresentar projetos para a Caixa Econômica Federal, órgão responsável pela liberação dos recursos. Continue lendo “Praças do PAC e o modelo de desenvolvimento dos espaços públicos no Brasil”

The social life of small urban spaces

The social life of small urban spaces publicado em 1980 por Willian H. Whyte (urbanista, jornalista e observador do comportamento de pessoas nos espaços públicos, falecido em 1999) é um trabalho muito interessante sobre os espaços públicos urbanos, sobre como funcionam ou não como lugares de sociabilidade, e como refletem a vida das pessoas. Foi parte de um projeto iniciado em 1971, chamado Street Life Project, que inicialmente abordava o lazer nos parques e playgrounds de Nova York.

Ao trabalhar com a comissão de planejamento urbano da cidade de Nova York, em 1969, Willian H. Whyte começou a pensar como os espaços planejados das cidades não funcionavam. Ele observou que o fato das crianças brincarem mais nas ruas do que nos parques e playgrounds era uma pista para entender a relação das pessoas com os espaços. Isto o levou a pesquisar nas ruas observando o comportamento de pedestres e da dinâmica da cidade. Whyte considerou, sem equívocos, que a vida social nos espaços públicos contribui fundamentalmente para a qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade e tentou levar suas reflexões para os profissionais que trabalham no planejamento da cidade e de seus espaços.

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A praça no centro do debate: desenho social, político e cultural dos espaços públicos.

ALEX, Sun. Projeto da Praça: Convívio e exclusão no espaço público. São Paulo: Editora SENAC, 2008, 291p.

Praças, parques e jardins no contexto dos centros urbanos remetem diretamente às questões do espaço público e da vida pública, que por sua vez, nos dizem sobre acessibilidade e apropriação desses espaços que são concretos e referem-se à política e a cultura. A praça no Brasil caracteriza-se como espaço público, coletivo e multifuncional.

Em Projeto da Praça: convívio e exclusão no espaço público (2008), Sun Alex, doutor em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) faz uma análise de seis praças localizadas na cidade de São Paulo, relacionando a influência do paisagismo norte-americano no desenho dos espaços públicos brasileiros. Propõe, com lucidez, alternativas para ampliação de uso, acesso e integração com o entorno.

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Por espaços mais públicos

O artigo “Por espaços mais públicos” é uma breve reflexão sobre as praças públicas em Belo Horizonte, tentando lançar questões sobre o sentido público dos espaços da cidade, que se transformam com o seu valor simbólico e possibilidades de sociabilidade. Foi escrito em novembro de 2010, após um dia de caminhada pelo centro de Belo Horizonte e foi publicado no portal Vitruvius. Continue lendo “Por espaços mais públicos”