Fotografia analógica como experimento: o laboratório e a cidade

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No dia 19 de outubro eu representei o Coletivo Mofo no curso de arte do Instituto Amado. Intitulado “Arte & Experimentações na Cidade”, o curso reuniu diversos jovens artistas, produtores e agentes culturais de Belo Horizonte e Região metropolitana com objetivo de proporcionar uma experiência artística realmente conectada com a cidade.

Pensando nas experiências fotográficas possíveis no espaço urbano, eu elaborei um percurso pela cidade que se iniciou no laboratório do Coletivo Mofo e passou pelo Studio Fótico e Super Câmera. A ideia era promover uma experiência livre com a fotografia estimulando processos criativos baseados em técnicas diversas e percepções da cidade.

O curso foi dividido em 4 partes e teve duração de 8 horas.

Parte 1 – Processos criativos e fotografia experimental com Coletivo Mofo

Parte 2 – A experiência na cidade

Parte 3 – O tempo do retrato com Studio Fótico

Parte 4 – A fotografia nos tempos da internet, uma visita ao Super Câmera

Entre as partes 3 e 4 conseguimos fazer um desvio e passar no CRJ para conhecer a câmera escura gigante que reproduz o fenômeno físico-ótico de formação da imagem/príncipio da fotografia. A Câmera foi construída pelo Alexandre Lopes na programação do Ocupar Espaços 2019, evento realizado pela Oficina de Imagens.

 

HOJE, espetáculo do Coletivo Conectores

No primeiro semestre de 2019 os amigos do Coletivo Conectores me pediram apoio técnico como historiador na elaboração de uma retrospectiva da história política do Brasil que serviria de base para o espetáculo HOJE, que estreou com casa cheia no Galpão Cine Horto no dia 19/07.

Foi minha primeira vez oferecendo esse tipo de apoio e eu achei simplesmente incrível acompanhar uma parte da concepção do espetáculo e depois ver tudo pronto e montado em uma estréia.

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Nota sobre o XXIV Simpósio Nacional de História

Estive presente no XXIV Simpósio Nacional de História que aconteceu na USP entre os dias 17 e 22 de julho. O evento recebeu mais de 6 mil pessoas, e também celebrou os 50 anos da Anpuh (Associação Nacional de história).

Historiadores do Brasil inteiro distribuídos em quase 130 simpósios temáticos complexos e variados apresentaram e discutiram seus trabalhos mais atuais.

Minhas impressões são positivas. Não participei de todas as atividades do evento pois várias aconteciam ao mesmo tempo, mas posso dizer que foi difícil escolher entre muitos simpósios e conferências relevantes.

Nos próximos dias pretendo iniciar uma série de postagens sobre o simpósio temático que participei, chamado MULTIPLICIDADES: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DAS TRANSFORMAÇÕES URBANAS NO BRASIL CONTEMPORÂNEO, coordenado pelos professores ANTONIO CLARINDO BARBOSA DE SOUZA (UFCG) e LUIZ FELIPE FALCÃO (UDESC)

Veja a lista de conferencistas Continue lendo “Nota sobre o XXIV Simpósio Nacional de História”

Contribuições à Crítica em Arquitetura e Urbanismo na América Latina: reflexões sobre os 25 anos de SAL e projetos para o século XXI

A realização do Seminário de Arquitetura Latino-americana (SAL) iniciou-se em 1985 com o Encontro de Arquitetos Latino-americanos, no marco da I Bienal de Arquitetura de Buenos Aires, apoiado pelo Centro de Arte y Comunicación e a revista de arquitetura Summa. A partir de então tem sido organizado, por universidades latino-americanas: em Buenos Aires, Argentina (1986); Manizales , Colômbia, (1987); Tlaxcala, México ( 1989); Santiago , Chile ( 1991); Caracas, Venezuela ( 1993); São Paulo e São Carlos , Brasil ( 1995); Lima , Peru ( 1999); San Juan , Porto Rico ( 2001); Montevidéu , Uruguai ( 2003); Oaxtepec , México (2005), Concepción , Chile ( 2007) e cidade do Panamá , Panamá ( 2009). Continue lendo “Contribuições à Crítica em Arquitetura e Urbanismo na América Latina: reflexões sobre os 25 anos de SAL e projetos para o século XXI”